*Foto de Capa: Jen John Lee(Foto/Reprodução: SIIPE 2025 | @JOVANEVISUALS)

Jen John Lee comenta avanços tecnológicos no mercado de luminárias LED

Engenheiro formado pela USP detalha questões técnicas que envolvem a tecnologia.

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A evolução das luminárias LED vai muito além da simples substituição de fontes de luz tradicionais. Materiais ópticos de alto desempenho, controladores cada vez mais inteligentes e estratégias de controle que ampliam a durabilidade dos sistemas redefinem o que se entende por eficiência na iluminação profissional. Para discutir esses avanços, conversamos com Jen John Lee, Diretor Comercial da Luminex e engenheiro formado pela USP, que palestrou no SIIPE 2025 e detalha os principais fatores técnicos que determinam a qualidade e a longevidade de um sistema de iluminação LED.

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Design óptico e a qualidade dos materiais

O Diretor Comercial da Luminex explica que a escolha do material é importante para equilibrar a resistência do elemento óptico a intempéries (raios UV, calor, umidade, produtos químicos, impacto, etc.) e sua capacidade de reflexão ou transmitância, e destaca que os materiais mais utilizados para ópticas de luminárias LED são PMMA, PC e Silicone. Até mesmo nesses tipos de materiais há diferentes graduações, qualidades e formulações que determinam sua consistência ao longo da vida útil do elemento óptico, deixando claro que o design óptico deve levar em consideração o LED específico que será utilizado. Por fim, pontua que a complexidade do design da óptica pode levar em consideração, além dos ângulos de abertura desejados, características de controle de ofuscamento, controle de poluição luminosa e controle de correção de aberrações cromáticas, que podem ter um impacto negativo no índice de lumens por watt, mas que deve ser feito buscando maximizar o lux médio ou o cd/m² médio e a uniformidade do alvo iluminado.

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Durabilidade do controlador de um sistema de iluminação LED

Segundo Jen John Lee, o principal fator é avaliar corretamente a temperatura em condição realista de uso no ponto de medição indicado pelo fabricante do controlador.

“Bons controladores geram menos calor.”

E comenta que a seleção de controladores adequados para a aplicação é essencial; por exemplo, um controlador para uso em área externa deve possuir características de capacidade de proteção de surto nativa, mesmo com o uso de dispositivo de proteção de surtos adicional, compatível para este tipo de uso pelo efeito cumulativo e residual a que se sujeitam.

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Avanços Tecnológicos

Jen John Lee cita que, no quesito das ópticas, o aumento da procura por materiais como PMMA-HT e Silicone de grau óptico, que possuem menor suscetibilidade térmica e alta transmitância, também permite a construção de elementos ópticos mais complexos.
Já nos controladores, ele cita dispositivos inteligentes que têm a capacidade de fornecer informações sobre sua operação em um sistema de gestão, sendo uma ótima estratégia para planejamento de manutenções preventivas. Ainda sobre os controladores, ele destaca que os controladores com capacidade de manutenção constante de fluxo (OLC) são pouco explorados.

“Esta estratégia de controle simples permite uma operação muito mais branda do controlador ao longo da vida útil do projeto, sem demandar investimentos adicionais em sistema de gestão e controle externo, aumentando a durabilidade do sistema.”

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Tendências

Para finalizar, o engenheiro destaca tendências que a LUMINEX/LEDIL identifica para os próximos anos em termos de design óptico, sustentabilidade e integração com sistemas inteligentes, apontando que eficiência em aplicação através do design óptico e sistemas de controle de dimerização inteligente são pilares da sustentabilidade.

“Reduzir a quantidade total de lumens em um projeto faz parte desta tendência, que tem impactos além do consumo de energia, na poluição luminosa noturna e no menor impacto no ciclo circadiano das pessoas e da fauna.”

*Foto de capa : Jen John Lee (Foto/Reprodução: SIIPE 2025 | @JOVANEVISUALS)

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